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Karine Borges
Santa Helena de Goiás (GO)
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Karine Borges
Comentário ·
há 7 anos
A possibilidade do rateio da pensão por morte entre a viúva e a concubina
Nathalia Coelho
·
há 10 anos
Típico pensamento machista. Nenhum casamento é um mar de rosas. Entretanto, os problemas devem ser resolvidos entre o casal e não se valendo de uma "filial". Mulher não é objeto. Quanta falta de respeito.
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Karine Borges
Comentário ·
há 8 anos
7 livros que mudaram minha forma de pensar como advogado
Pedro Custódio
·
há 8 anos
Muito bom artigo.
Creio que a leitura dessas obras não muda apenas a forma de pensar como um (a) advogado (a), mas também de encarar a existência humana com muito mais naturalidade e leveza.
Por mais conteúdos assim.
Gratidão!
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Karine Borges
Comentário ·
há 11 anos
Imagem de Cristiano Araújo no WhatsApp configura crime de vilipêndio de cadáver?
Matheus Galvão
·
há 11 anos
Crime ou não, é uma atitude estarrecedora, que infelizmente evidencia o lado nefasto da evolução tecnológica, mormente a falta de amor ao próximo. Não tive coragem sequer de abrir o tal vídeo, simplesmente o apaguei nas diversas vezes em que recebi e faria o mesmo caso se tratasse de algum anônimo. Discussões jurídicas a parte, um ato como esse é abjeto e deve ser combatido com mais rigor pela legislação pátria.
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Daniele Santos
Comentário ·
há 10 anos
A possibilidade do rateio da pensão por morte entre a viúva e a concubina
Nathalia Coelho
·
há 10 anos
Nathalia... Em momento algum te ofendi, apenas discordei da sua opinião. Sendo que, ao expor seu trabalho na Internet você estava ciente de que nem todos iriam concordar com suas conclusões. Vc afirmou defender os direitos da concubina de "longa data", por esta ignorar sua condição de concubina. Mas é quanto a mulher casada "de papel passado" que desconhece a existência dessa relação? Como ficam seus direitos? Imagino o choque de em um momento, já doloroso, ainda descobrir essa situação e ainda ter de dividir o quet era pra ser dela com "a outra". Onde fica a segurança jurídica da mulher? Que assinou o, por assim dizer, contrato de casamento? A culpa disso é, acredito, do nosso judiciário que inventou a união estável, pois o correto seria, quer direitos? "casa". Aqueles em um relacionamento informal deveriam estar cientes de sua precariedade e da necessidade de formalizar sua relação para, só assim, ter garantido algum direito patrimonial.
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Saskia Teren Schuhmacher
Comentário ·
há 10 anos
A possibilidade do rateio da pensão por morte entre a viúva e a concubina
Nathalia Coelho
·
há 10 anos
Concordo plenamente, conceder o respectivo direito à concubina, seria o mesmo que abonar uma conduta socialmente rejeitada.
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Daniele Santos
Comentário ·
há 10 anos
A possibilidade do rateio da pensão por morte entre a viúva e a concubina
Nathalia Coelho
·
há 10 anos
Aceitar o concubinato como uma união estável é o mesmo que legalizar a bigamia. As decisões que reconhecem direitos da concubina são verdadeiras aberrações, primeiro por que ofendem o "contrato" que se constitui entre esposa e marido, não me refiro sequer a questões sobre modelo familiar, mas apenas ao dever de lealdade que se espera entre as partes. A partir do momento em que se aceita o concubinato (seja do homem ou da mulher, porque não?) se está determinando que a esposa seja prejudicada em seus direitos adquiridos através do compromisso estabelecido entre ela e o marido. Mesmo que ela tivesse consciência da existência da concubina seus direitos não podem ser igualados aos desta, até porque a concubina está consciente de sua situação digamos "precária". Afetividade e outros conceitos não deveriam ser considerados para estes casos e caso esposa e concubina estivessem cientes uma da outra e a concubina quisesse assegurar seus direitos (algo absurdo ao meu ver), no mínimo os três envolvidos deveriam assinar um termo em cartório onde reconhecem a relação que mantem e suas consequências. O que é basicamente admitir a poligamia.
Absurda é essa "mania" do judiciário de querer reconhecer relações ilegais, tirar direitos de quem os tem e dá-los a pessoas que não os possuem por direitos. Praticamente estão a legislar em detrimento daquele que legalmente deveria ter seus direitos assegurados.
Saliento que aqui não entro no mérito dos filhos, que é outra esfera e outro tipo de relação e responsabilidade.
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